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07/12/2019

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Enfrentando o segundo câncer com apenas 11 anos, moradora do Oeste aguarda por transplante

 

Desde os quatros anos, Maria Clara Bottin possui uma rotina diferente de vida. Ela, que reside em Faxinal dos Guedes, possui leucemia e o Hospital São Vicente de Paulo, em Passo Fundo é a sua segunda casa.

Esta é a segunda vez que a faxinalense busca forças para superar a doença. De acordo com sua mãe, Ana Miglioranza, na primeira vez ela realizou quimioterapia por mais de dois anos.

 

– Ela teve leucemia com quatro anos e fez tratamento em Passo Fundo (RS) com internações longas para fazer quimioterapia, lá ela ficou por dois anos e meio. Após ter terminado o tratamento, ela seguia com acompanhamento clínico, com consultas a cada seis meses. Em setembro do ano passado, o médico prolongou as consultas para uma vez por ano. A Maria tinha vida normal, mas em janeiro desse ano, com 11 anos, ela se sentia cansada, com dores ósseas, então a levamos para consultar. Após exames de sangue e punção de medula, foi confirmado novamente a Leucemia Linfocítica Aguda (LLA) – conta a mãe.

 

A segunda etapa da batalha teve início no dia 31 de janeiro e desde então a rotina da família mudou novamente, isso porque, a mãe a acompanha no hospital e os cuidados são 24 horas por dia.

 

– No dia 31 de janeiro ela foi internada para mais uma batalha. É de não acreditar que ela teve reincidia tardia da doença. Agora, ela segue em tratamento em Passo Fundo, no Hospital São Vicente de Paulo, fazendo novamente quimioterapia e está na fila de espera, pois precisa passar por transplante de medula óssea – diz

 

Na última semana Maria veio para casa, mas o início não foi assim. Isso porque, na primeira internação, a menina permaneceu 52 dias sem sair do hospital.

 

– Desde janeiro quem cuida dela sou e meu esposo. Eloi vem quando pode, pois precisa conciliar com o trabalho. Na primeira internação foram 52 dias sem sair do hospital. Aí tivemos alta de alguns dias, mas daí em diante foram várias internações para fazer quimioterapia – comenta.

 

Como tudo começou

 

De acordo com a mãe, no início, a doença foi vista como anemia.

 

– Tudo começou em Faxinal do Guedes quando ela tinha quatro anos em uma consulta, mas achavam que era só anemia. Como não estávamos satisfeitos levamos ela para consultar em Xanxerê, ali me encaminharam a Chapecó. Depois de dois dias de internação e feito os exames, tinha-se quase a certeza da doença, então nos encaminharam para Passo Fundo – relembra.

 

Devido ao tratamento, Maria não pode ir à escola, por conta disso, as aulas acontecem no próprio hospital.

 

– Tenho o apoio da família da minha mãe que mora aqui. Destes sete meses fomos poucas vezes para casa. Precisei largar tudo para cuidar dela. Ela não pode ir à escola, mas tem atendimento de profissionais aqui dentro do hospital. Os professores da Escola Tertuliano mandam o material e tem uma professora que repassa para não perder o ano letivo. Os doutores dela são Pablo Santiago, Marcelo Cunha e Caroline Fincatto – salienta a mãe.

 

Dentro do hospital, Maria participa de diversas atividades, inclusive fisioterapia e pet-terapia. Mesmo em meio aos desafios, Maria continua sorrindo, inclusive participou de algumas gravações que ocorreram no hospital. Para o pai, Eloi Bottin, o momento é de superação.

 

– Para mim como pai tem que ter superação neste momento complicado que minha filha Maria está passando novamente. Gostaria de estar sempre ao lado dela, mas a vida tem obstáculos por isso tenho minha esposa Ana que está com ela. A distância que estamos também dificulta ir visitá-la com mais frequência, mas tenho certeza que ela sabe muito do apoio que ela tem do pai, e só um pai sabe dizer a dor de ver isso acontecer novamente – conclui.

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