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Após um incêndio consumir sua casa, moradora decide se tornar bombeira comunitária no Oeste de SC

 

Seguir um sonho antigo. Isso motivou a xanxerense Lenir Pertile Favero, de 53 anos, a buscar o curso de formação para bombeiros comunitários. Ela ingressou ainda no ano de 2016 e concluiu no final de 2018.

 

Lenir conta que sempre teve vontade de entrar para a corporação, mas deixou o tempo passar e o sonho foi ficando para trás.

 

– Foi uma coisa que eu sempre quis, um sonho, mas o tempo foi passando, casei, tive filho, fui passando outras coisas na frente, mas chegou uma hora que resolvi tomar uma decisão. Existem alguns trabalhos que só o Bombeiros Militar faz, mas a grande maioria fazemos tudo igual, somos treinados para isso – comenta.

 

Os alunos agora aguardam a formatura, que deve acontecer nos próximos dias, para iniciar oficialmente seu trabalho voluntário dentro do quartel do Corpo de Bombeiros de Xanxerê.

 

Segundo ela, a decisão crucial para ingressar no curso se deu quando ela perdeu a casa onde morava em um incêndio.

 

– A decisão crucial para que eu fizesse o curso para ser bombeira comunitária foi quando perdi a minha casa, em 2016, em um incêndio. Naquele dia, como sempre fui ligada em bombeiros, percebi os bombeiros militares e os comunitários. Os comunitários podiam estar descansando, era um sábado de manhã, mas eles estavam lá, combatendo incêndio e ajudando. Sempre tive uma admiração pelo trabalho do Corpo de Bombeiros em geral – destaca.

 

Ela é técnica em segurança no trabalho e o curso contribuiu também para sua profissão. E, durante o curso, ela conta que o maior desafio foi um prova que ela precisou realizar vendada.

 

– O maior desafio durante o curso foi uma prova que fizemos com os olhos vendados. Nessa prova, ficamos equipados como se estivéssemos combatendo um incêndio de verdade e procurando vítimas, esse foi meu maior desafio, justamente por ter perdido minha casa em um incêndio – lembra.

 

Agora, ela concilia sua rotina de trabalho e lazer com os serviços voluntários. Isso porque, além de ser bombeira comunitária, Lenir também participa do projeto Plantão Palhaço, desenvolvido no Hospital Regional São Paulo.

 

– Faço também serviço voluntário no hospital. Lá, me dedico uma vez por mês, mas, quando consigo, vou até uma vez por semana. É preciso chegar lá bem disposto, porque às vezes chegamos cedo lá e saímos depois das dez da noite e o pessoal pede mais. E, agora, irei cumprir as horas também como bombeira – conclui.

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